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Maria Luísa de Carvalho Rogério, nascida em 1967 em Luanda, é uma jornalista angolana de destaque, reconhecida por sua actuação na defesa da liberdade de imprensa e ética jornalística em Angola.
Luísa Rogério iniciou sua trajetória no jornalismo em julho de 1985, ao ingressar nas Edições Novembro, empresa proprietária do Jornal de Angola. Lá, desempenhou diversas funções, incluindo subeditora de Política e Sociedade, chefe de Reportagem e editora de Cultura. Durante esse período, orientou o estágio de vários jornalistas que posteriormente assumiram cargos ministeriais no governo angolano.
Entre novembro de 2004 e outubro de 2015, Luísa foi secretária-geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), onde desempenhou um papel crucial na defesa dos direitos dos profissionais de comunicação social no país. Em 2013, foi eleita vice-presidente da Federação Africana de Jornalistas durante o congresso da organização em Casablanca, Marrocos. Posteriormente, em junho de 2019, tornou-se membro da Comissão Executiva da Federação Internacional de Jornalistas (FIJ), sendo a primeira jornalista angolana a ocupar tal posição.
Em outubro de 2019, Luísa Rogério foi eleita presidente da Comissão de Carteira e Ética de Angola, órgão responsável por fiscalizar a atividade jornalística no país. Sob sua liderança, a comissão tem trabalhado na regulamentação e atribuição de carteiras profissionais aos jornalistas angolanos, enfatizando a importância da ética e deontologia na profissão.
Ao longo de sua carreira, Luísa tem sido uma voz ativa na promoção da liberdade de imprensa em Angola. Ela tem criticado práticas de censura e defendido a necessidade de independência editorial nos meios de comunicação social do país.
Luísa Rogério é mãe de três filhos e continua residindo em Luanda, onde permanece ativa em suas funções jornalísticas e de liderança.
+244 944 444 444
marialuisa@gmail.com
Em outubro de 2019, Luísa Rogério foi eleita presidente da Comissão de Carteira e Ética de Angola, órgão responsável por fiscalizar a atividade jornalística no país. Sob sua liderança, a comissão tem trabalhado na regulamentação e atribuição de carteiras profissionais aos jornalistas angolanos, enfatizando a importância da ética e deontologia na profissão.
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